sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Integral até

Tenho em mãos a ignorância (?)
Ali, delícia seria se assim declarada fosse
Há dúvida (?)
De certo se fosse ela
com outros se identificasse
Vive a dor
sorridente
Trago, pois então, a inocência do amor e toda sua pureza intrínseca.
Serei só mais uma amante de versos pueris e que por assim o ser
Me entrego à limitação que essa compreensão pressupõe
Me permita o desbunde deste...

Então te vi
No primeiro olhar; te vi

Sorri
Sorriso bobo e impreciso

Temi
Temor contente

Tremi
(e toda academia ali se pôs
Frente
Lado
Oposto)

E quis (não!)
E quero. (Eu...)
Talvez somente dor.
Inocência
perene paciência

Ou talvez (samba)

Na delícia da dúvida
Dúbia
Ainda quero.

E quererei. (surdo)
Sei.

Sua...

Nua.

Caminhos retorcidos mostram espaço 
certo
sigo peito aberto
"você é boba, ouça"
"quero toda moça"

Verso amplo

Amplitude...

Buraco que tu abre em mim

E vai
Tu sai
E deixa 
Não entenderei, sua.
Crua.
Ele foi (sai)
Não sei pra onde
Entre corredores de sombras edifico sonhos
(pesad)elos
"você é boba, ouça"

Ouço não
Pele perdeu razão
Meu querer não lhe deu perdão
O ímpeto do verso sabe de onde vem?
Do que não lhe disse
Que não lhe fiz
Nem farei
Sei
(mas tua)
Narrativa
Calada
Somada

Versos perpetuados em outros braços
Ventres

Entre(s)
Tu
Olhares sonhados em outros lados
Parcos
Já não difere de onde partem
Ou mesmo para onde seguem
Rasgam

Do corredor a sombra.
Pior imagem
Ge
Não sei
Mido
Talvez mudo
Sei calado.
E cego.

E quero.
Camila?
Ela está me esperando...

Escada

Sono

Parte

Integral

quarta.

Foi ali,
Era quase
E de quase em quase
Te
Passe.

Ele passou.
E ficou.

Foi antes. Eu sei.
Sabemos.
Espero que saiba.
Se não,
Contei
(?)
Rima
É.

Até

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